Caso de agressões em CMEI de Cascavel é discutido na Câmara
Reprodução/bandab.com.br
Educação

Caso de agressões em CMEI de Cascavel é discutido na Câmara

A Comissão de Educação da Câmara de Cascavel questionou a demora no afastamento de uma monitora presa preventivamente por suspeita de agressões contra quatro crianças. Vereadores também cobraram a instalação de câmeras de segurança em escolas e CMEIs.

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Por Redação Cascavel Diário · 25 de agosto de 2026 às 12:44
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O caso envolve uma monitora de 54 anos, presa preventivamente e investigada por tortura, maus-tratos e lesão corporal contra quatro crianças de três anos no CMEI Geraldo Figueiredo. Ela também responde por suspeita de ameaça a testemunhas. As apurações começaram em abril.

Integrantes da Comissão Permanente de Educação participaram de uma reunião a portas fechadas com representantes da Secretaria Municipal de Educação. O objetivo foi analisar as denúncias e os procedimentos administrativos adotados pelo município.

Durante o encontro, os vereadores questionaram o intervalo entre o recebimento das primeiras denúncias e o afastamento da monitora das atividades em sala de aula. A comissão voltou a defender câmeras de monitoramento como medida de prevenção e fiscalização.

Também foi relatado um caso envolvendo a mesma unidade escolar. Uma mãe afirmou que a filha, então com três anos, teria sofrido maus-tratos em 2024. Segundo a fonte, dois boletins de ocorrência foram registrados naquele ano, mas a profissional citada continua trabalhando.

A Prefeitura informou que o processo administrativo foi arquivado em janeiro de 2025 por falta de elementos comprobatórios. A administração afirmou ainda que o procedimento tramita sob sigilo e segue os princípios do devido processo legal.

A Câmara também relembrou o caso de um agente de apoio condenado, em março de 2025, a 30 anos de prisão por estupro de vulnerável. O crime ocorreu em 2019, e o servidor foi demitido apenas em novembro de 2024. Os episódios motivaram novas discussões sobre protocolos de segurança e afastamento cautelar de profissionais investigados.

Fonte: bandab.com.br

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