

Coluna relembra em Cascavel episódio sobre excomunhão nos anos 1970
Texto publicado em O Paraná retoma discussão sobre a excomunhão de um padre e recorda uma história envolvendo Mario Oliveira e o dono da loja A Barateira, em Cascavel. A coluna também aborda temas ligados à Igreja Católica, armas e política.
Uma coluna publicada em O Paraná, de Cascavel, retomou a discussão sobre a decisão da Igreja Católica de excomungar um padre nos últimos dias. O texto menciona que, segundo relatos, entre os motivos estaria a rejeição do sacerdote à abstinência sexual, mas não identifica o religioso.
A publicação também apresenta informações sobre a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, fundada em 1970 pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre. Segundo o texto, o grupo reúne aproximadamente 600 mil fiéis em vários países e mantém divergências com a Santa Sé sobre a autoridade papal e mudanças adotadas pela Igreja Católica.
No recorte dedicado a Cascavel, a coluna relembra um episódio da década de 1970 entre Mario Oliveira e o proprietário da loja A Barateira. O comerciante teria feito uma provocação ao então titular da Igreja Matriz depois de ser impedido de distribuir panfletos dentro do templo. A conversa terminou com uma brincadeira sobre a possibilidade de o Vaticano excomungá-lo e uma arma de chumbinho.
O texto ainda registra, na seção “Grife”, a afirmação de que a venda de armas caiu 90% em dez anos. Na seção “Mesa de bar”, comenta o relato de Fernando Haddad sobre uma abordagem da Polícia Militar em frente à residência dele, em São Paulo, e uma suposta perseguição ao motorista.
Fonte: O Paraná (Cascavel)
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