Greve mantém indefinição na Caixa e atinge Correios em Cascavel e região
Reprodução/O Paraná (Cascavel)
Cascavel

Greve mantém indefinição na Caixa e atinge Correios em Cascavel e região

Funcionários do Banco do Brasil encerraram a paralisação na base de Cascavel, enquanto a Caixa ainda aguardava votação nacional. Nos Correios, trabalhadores do Paraná aprovaram greve por tempo indeterminado.

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Por Redação Cascavel Diário · 12 de setembro de 2026 às 10:34
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# Greve mantém indefinição na Caixa e atinge Correios em Cascavel e região Em Cascavel e nos municípios da região, o movimento dos bancários teve desfechos diferentes nesta sexta-feira (11). A paralisação foi encerrada na maioria das bases paranaenses do Banco do Brasil, mas a Caixa Econômica Federal ainda aguardava uma assembleia para definir a continuidade da greve. Nos Correios, os trabalhadores rejeitaram a proposta da empresa e aprovaram uma greve por tempo indeterminado.

A base do Sindicato dos Bancários de Cascavel e Região reúne 24 municípios. Na Caixa, a assembleia nacional foi realizada on-line, das 16h às 22h, com votação conduzida no Paraná pela FEEB-PR e pelos sindicatos filiados. Até o fechamento da edição, não havia decisão sobre o fim ou a manutenção da paralisação iniciada na quinta-feira (10).

No Banco do Brasil, as bases de Cascavel, Foz do Iguaçu, Paranaguá, Maringá, Telêmaco Borba, Cianorte, Goioerê, Pato Branco e União da Vitória aprovaram a proposta da instituição e encerraram a greve. Ponta Grossa fez votação separada, com deliberação prevista para esta sexta-feira.

Nos Correios, a greve começou às 22h de quinta-feira (10), após 35 assembleias aprovarem a paralisação. No Paraná, a categoria também aprovou o movimento. A principal divergência está na proposta de mudança do plano de saúde, que, segundo a representação dos trabalhadores, pode afetar o custeio e a assistência médica de empregados, aposentados e dependentes.

As negociações dos Correios passaram por rodadas de mediação no Tribunal Superior do Trabalho, mas não houve acordo para evitar a paralisação. A empresa afirma que propôs reajuste de 100% do INPC sobre salários e benefícios e a manutenção de 78 das 80 cláusulas do acordo coletivo. No primeiro semestre de 2026, os Correios registraram prejuízo de R$ 5,6 bilhões e buscam medidas de recuperação financeira.

Fonte: O Paraná (Cascavel)

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